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Mais pimenta, por favor!  

terça-feira, 21 de abril de 2015

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A pimenta dá um toque diferente nos pratos e ainda faz muito bem para a saúde. Confira nossas dicas e aproveite os benefícios dessa delícia!

 

1-   Ardor: A cor da pimenta não tem relação com seu ardor. Esta propriedade se deve ao teor da capsaicina, um composto responsável pela ardência, presente principalmente na parte branca e na polpa em seu interior.

2-   Medida certa: a quantidade ideal a ser usada em um prato depende do gosto individual e do bom senso. Para evitar ardência em excesso, uma boa dica é colocar a pimenta inteira no caldo dos alimentos e depois retirar. Ou até mesmo tirar as sementes, onde há muita concentração da substância. Para quem já está acostumado com o sabor, o consumo pode ser diário, de diversas formas: fatiada, crua, cozida, em conserva ou na preparação de molhos.

3-   Contraindicações: Quem tem problemas gástricos deve evitá-las, pois sua ação pode agravar a irritação da mucosa gástrica. Lactantes devem evitá-las ou consumir com muita moderação.

4-   Benefícios para a saúde: além de ter ação anticoagulante e anti-inflamatória, ela melhora a circulação e a produção de sucos gástricos e tem ação antioxidante. Também acelera o metabolismo auxiliando na queima de gordura e consequente perda de peso.

5-   Sabores locais: pratos picantes são comuns em localidades de clima quente, como a Bahia e a Índia. A pimenta faz suar e ajuda a regular a temperatura do organismo, diminuindo o calor.

6-   Apagando o incêndio: para diminuir o ardor de uma pimenta muito forte, o melhor a fazer é comer uma fatia de pão ou uma colher de arroz. Estes alimentos absorvem a capsaicina e acalmam as papilas gustativas.

 

Para saber mais:

O teor de capsaicina de uma pimenta é avaliado pela escala Scoville, que mede a ardência em partes por milhão. Uma parte por milhão equivale a 15 Unidades Scoville (US). De acordo com a escala, a mais ardida é a habanero, originária do México e Caribe com 200 a 300 mil US. Outra pimenta forte é a malagueta, originária do Amazonas, com 50 a 100 mil US. Já as mais suaves são as pimentas de cheiro e dedo-de-moça com 500 a 1000 US, muito comuns no Brasil.

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